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Análise: Apesar de derrota, Fluminense merece ser visto com outros olhos nesta Copa do Brasil

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Análise: Apesar de derrota, Fluminense merece ser visto com outros olhos nesta Copa do Brasil

Foi uma classificação dramática, mas simbólica para o Fluminense. Com a derrota por 2 a 1 para o Bragantino (3 a 2 para os cariocas no placar agregado), os tricolores chegam às oitavas de final da Copa do Brasil quebrando um tabu de seis anos. Pela primeira vez desde 2015, o time eliminou um rival de Série A no torneio. Um feito que mostra como o clube deve ser visto com outros olhos em relação a edições anteriores.

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Demos uma relaxada depois do nosso gol. Mas também era normal a pressão deles. Foi um bom jogo. E o importante é a classificação — resumiu Nenê.

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As quedas de gigantes como Corinthians, Cruzeiro e, principalmente, do atual campeão Palmeiras valorizam ainda mais a conquista do Fluminense. E, claro, afirmam sua condição de concorrente ao título.

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Os 30 melhores times campeões da história do Brasileirão escolhidos por jornalistas O GLOBO e o 'Extra' convocaram mais de 60 jornalistas que escolheram os principais vencedores do Campeonato Brasileiro dos últimos 50 anos. Foto: Montagem sobre fotos de arquivo 30º – BAHIA (1989) – Jogadores celebram vitória na segunda conquista do clube baiano na competição nacional. Foto: Site oficial do Bahia 29º – GRÊMIO (1981) – O versátil Paulo Isidoro passa pela marcação de Emerson, do São Paulo. Foto: Arquivo/O Globo 28º – ATLÉTICO-MG (1971) – Com vitória sobre o Botafogo, o Galo levou a primeira edição do nacional com o nome de Brasileiro. Foto: Arquivo/O Globo 27º – SÃO PAULO (2007) – O atacante Borges em partida contra o Vasco, no Morumbi. Foto: Nelson Coelho / Nelson Coelho Pular PUBLICIDADE 26º – FLAMENGO (1987) – Zico em partida contra o Santa Cruz, no Maracanã. Foto: Hipólito Pereira / Hipólito Pereira/O Globo 25º – VASCO (2000) – Romário celebra gol em empate contra o Bahia, pela Copa João Havelange. Foto: Jonne Roriz/Coperphoto/L! Sportpress 24º – CORINTHIANS (1998) – Marcelinho Carioca comemora o título do Timão. Foto: Luiz Carlos Santos/Agência O Globo 23º – PALMEIRAS (1972) – O craque Ademir da Guia com a faixa de campeão. Foto: Arquivo/O Globo 22º – GUARANI (1978) – O craque Careca, destaque do Bugre no único título nacional. Foto: Arquivo/O Globo Pular PUBLICIDADE 21º – SÃO PAULO (1991) – O tricolor de Muller, que viria a ser bicampeão mundial nos anos seguintes. Foto: Jose Carlos Moreira / Agência O Globo 20º – FLUMINENSE (2012) – Thiago Neves e Fred comemoram mais uma conquista nacional. Foto: Ricardo Ayres/Photocamera 19º – PALMEIRAS (1973) – Em pé: Alfredo, Leão, Luis Pereira, Eurico, Dudu e Zecão. Agachados: Ronaldo, Cesar, Leivinha e Ademir da Guia. Foto: Antônio Carlos Piccino/O Globo 18º – INTERNACIONAL (1975) – Figueroa (camisa 3 do Internacional) marca de cabeça o gol da vitória sobre o Cruzeiro. Foto: Arquivo/Agência O Globo 17º – CRUZEIRO (2013) – Time mineiro conquistaria em 2013 o primeiro de dois títulos seguidos sob comando de Marcelo Oliveira. Foto: Bruno Gonzalez/Extra Pular PUBLICIDADE 16º – FLAMENGO (1983) – Flamengo em partida contra o Vasco, pelo Brasileiro de 1983 Foto: Anibal Philot/Agência O Globo 15º – SÃO PAULO (1986) – Careca tenta passar pela marcação de Vica, do Fluminense, no Brasileiro de 1986. Foto: Hipólito Pereira/Agência O Globo 14º – FLUMINENSE (1984) – Braço erguido, punho fechado, o centroavante Washington (jogador) é abraçado por Leomir e sorri, na comemoração do seu gol. Foto: Luiz Pinto/Agência O Globo 13º – CORINTHIANS (2015) – Jogadores do Corinthians em partida contra o Goiás. Foto: Daniel Augusto Jr. / Daniel Augusto Jr./ Ag. Corinthians 12º – SANTOS (2002) – Os meninos da Vila, Robinho e Diego, com a taça de campeão. Foto: Ricardo Bakker/Diário Pular PUBLICIDADE 11º – SÃO PAULO (2006) – Tricolores erguem a taça depois de empate com o Athletico, no Morumbi. Foto: Rickey Rogers / Rickey Rogers/Reuters 10º – CORINTHIANS (1999) – Luizão passa por Vagner, do São Paulo. Foto: Reginaldo Castro/Lance! 9º – FLAMENGO (1982) – Time posado no Maracanã: Leandro, Raul, Marinho, Figueiredo e Junior. Agachados: Tita, Adílio, Nunes, Zico e Lico. Foto: Sebastião Marinho/O Globo 8º – PALMEIRAS (1993) – Edilson e César Sampaio celebram a primeira de duas conquistas do clube na década de 1990. Foto: Claudio Rossi/O Globo 7º – INTERNACIONAL (1976) – Na decisão, Colocardo passou pelo Corinthians, no Beira-Rio. Foto: Arquivo/O Globo Pular PUBLICIDADE 6º – VASCO (1997) – Edmundo é erguido após conquista do cruz-maltino no Maracanã. Foto: Custódio Coimbra / O GLOBO 5º – PALMEIRAS (1994) – Rivaldo celebra gol contra o Corinthians, no Pacaembu. Foto: Marcos Issa/O Globo 4º – INTERNACIONAL (1979) – Falcão comemora mais um título nacional pelo Colorado. Foto: Divulgação/Site oficial do Internacional 3º – FLAMENGO (1980) – Zico corre para a festa em partida contra o Atlético-MG. Foto: Anibal Philot/O Globo 2º – CRUZEIRO (2003) – Alex foi o maestro da conquista do primeiro Brasileiro dos pontos corridos. Foto: Bruno Domingos / Reuters Pular PUBLICIDADE 1º – FLAMENGO (2019) – Gabigol ergue a taça em fim de ano histórico sob o comando de Jorge Jesus. Foto: CARL DE SOUZA / AFP O próximo adversário será conhecido após sorteio. As oitavas de final serão apenas no fim de julho. Até lá, muita coisa pode ocorrer. Mas, neste momento, o Fluminense pode ser considerado um dos times mais consistentes dos que restam na competição.

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O jogo desta quarta confirma isso. A derrota e o drama no fim não condizem com o que foi a partida. Se não foi bem na criação e produziu poucas chances, a equipe de Roger Machado foi muito sólida na defesa. E, quando ameaçada, ainda contou com as boas defesas de Marcos Felipe, um dos destaques da partida

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O duelo em Bragança Paulista teve desenho semelhante ao do primeiro confronto, no Rio. Foi um primeiro tempo de muita disputa no meio-campo e poucas chances criadas. Os gols ficaram para a etapa final

O Fluminense teve dificuldades para fazer a bola chegar a Nenê e Fred. Com os homens de frente bem marcados, Martinelli conseguiu aparecer como elemento surpresa e, aos 39, quase marcou um belo gol. Mas foi o máximo que o time conseguiu produzir nos primeiros 45 minutos

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Com a vantagem no placar pelos 2 a 0 do primeiro jogo, a falta de finalizações não chegaram a ser um problema para  os tricolores. O time conseguia segurar a bola na frente com Caio Paulista e, principalmente, Gabriel Teixeira. E com as linhas de marcação próximas e muito bem definidas, foi pouco ameaçado

PUBLICIDADE Após o intervalo, com a necessidade dos donos da casa em reverter o resultado, a disputa ficou mais aberta. Sem conseguir chegar com perigo na área, o Fluminense saiu na frente graças a mais uma precisa cobrança de falta de Nenê, aos 15. Sete minutos depois, uma cobrança de falta rápida pegou a defesa tricolor distraída, e Hurtado empatou em seu primeiro toque na bola

Aos 42, o mesmo Hurtado viraria o placar aproveitando rebote deixado por Marcos Felipe. A partir daí, a classificação que parecia garantida pelos cariocas virou um grande drama. Mas eles souberam segurar o resultado até o fim

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